Boa tarde Pedro,
Já instalei e configurei o Proxmox...obrigado pelo tutorial.
Quanto ás placas de rede fiz um pouco diferente...criei um bond e associei todas as NIC's, depois na bridge coloquei essa bond...penso que será o mesmo mas de maneira diferente.
Só um aparte...entre o passo 4 e 5 foi necessário ir ao storage e colocar o disco local como Disk image, senão dá erro. Provavelmente se fizesse a instalação no local-lvm não teria problemas.
Uma pergunta, podes-me explicar aquele MAC address (--net0 virtio=BC:24:11:01:0A:0A,bridge=vmbr0,tag=11 \) o que faz e a que corresponde? Onde foste buscar?
Nunca cheguei a perguntar, mas quantos alunos costumas ter em simultâneo em cada servidor proxmox? Notas alguma latência na entrada das provas (do lado dos alunos) ao colocar o ip (por vezes ficava com um ecran branco e tinha de reiniciar a app)?
Cumprimentos
Servidor Offline - Proxmox
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CNM_Ricardo
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Re: Servidor Offline - Proxmox
Boa tarde.
(1) storage
O nome do storage tem de ser exatamente igual a um storage válido existente. Ou seja, onde está local, é necessário alterar para o storage pretendido.
Uma das primeiras coisas que faço numa instalação de Proxmox é remover essa segunda partição, local-lvm, e atribuir-lhe um segundo disco. Deve ser usado um nome válido na lista de storages e que permita a adição de "Disk image". Ver em Datacenter » Storage » Edit e confirmar se, em Content, está selecionado "Disk image".
(2) network
No node pve » System » Network existe a lista de NICs físicos e das bridges Linux que permitem a ligação aos NICs físicos.
Na VM » Hardware » Network Device (net0), é possível alterar:
- a bridge: se só houver um NIC físico, haverá apenas uma bridge, vmbr0, que será a "WAN" do Proxmox;
- virtio é o MAC address do NIC atribuído à VM. Desta forma, no DHCP, é possível atribuir um IP estático a essa VM. O MAC address pode ser deixado em branco e o Proxmox irá atribuir um MAC address aleatório;
- a tag permite colocar a VM numa VLAN específica, mas também pode ser omitida.
(3) bridge vs bond
Depende do pretendido. Bridge funciona como um switch virtual, enquanto um bond funciona como link aggregation.
https://pve.proxmox.com/pve-docs/pve-ad ... twork_bond
(4) carga
Nem estou a usar uma máquina dedicada. A VM do IAVE vai partilhar os recursos com outras e não tem dado problemas.
Num dos edifícios, em simultâneo, estão frequentemente 800 a 900 equipamentos ligados à rede. E, no dia do ensaio, são cerca de 150 alunos ligados em simultâneo ao servidor, sem qualquer problema. Ou seja, sem necessidade de fazerem turnos.
(5) latência
Em Android e iOS, e até noutros sistemas, quase todos os problemas de ligação têm sido resolvidos removendo as redes guardadas.
Tenho visto dispositivos com centenas de redes guardadas.
Um equipamento com muitas redes guardadas tem o tempo de ligação é muito maior porque há muitas tentativas de ligação às redes antigas ou que não estão ao alcance (cafés, hoteis, aeroportos, etc).
PS: Sim, centenas (plural)...
O sucesso da ligação não depende exclusivamente da rede. As condições em que está o dispositivo que se liga têm muita influência.
(1) storage
O nome do storage tem de ser exatamente igual a um storage válido existente. Ou seja, onde está local, é necessário alterar para o storage pretendido.
Uma das primeiras coisas que faço numa instalação de Proxmox é remover essa segunda partição, local-lvm, e atribuir-lhe um segundo disco. Deve ser usado um nome válido na lista de storages e que permita a adição de "Disk image". Ver em Datacenter » Storage » Edit e confirmar se, em Content, está selecionado "Disk image".
(2) network
No node pve » System » Network existe a lista de NICs físicos e das bridges Linux que permitem a ligação aos NICs físicos.
Na VM » Hardware » Network Device (net0), é possível alterar:
- a bridge: se só houver um NIC físico, haverá apenas uma bridge, vmbr0, que será a "WAN" do Proxmox;
- virtio é o MAC address do NIC atribuído à VM. Desta forma, no DHCP, é possível atribuir um IP estático a essa VM. O MAC address pode ser deixado em branco e o Proxmox irá atribuir um MAC address aleatório;
- a tag permite colocar a VM numa VLAN específica, mas também pode ser omitida.
(3) bridge vs bond
Depende do pretendido. Bridge funciona como um switch virtual, enquanto um bond funciona como link aggregation.
https://pve.proxmox.com/pve-docs/pve-ad ... twork_bond
(4) carga
Nem estou a usar uma máquina dedicada. A VM do IAVE vai partilhar os recursos com outras e não tem dado problemas.
Num dos edifícios, em simultâneo, estão frequentemente 800 a 900 equipamentos ligados à rede. E, no dia do ensaio, são cerca de 150 alunos ligados em simultâneo ao servidor, sem qualquer problema. Ou seja, sem necessidade de fazerem turnos.
(5) latência
Em Android e iOS, e até noutros sistemas, quase todos os problemas de ligação têm sido resolvidos removendo as redes guardadas.
Tenho visto dispositivos com centenas de redes guardadas.
Um equipamento com muitas redes guardadas tem o tempo de ligação é muito maior porque há muitas tentativas de ligação às redes antigas ou que não estão ao alcance (cafés, hoteis, aeroportos, etc).
PS: Sim, centenas (plural)...
O sucesso da ligação não depende exclusivamente da rede. As condições em que está o dispositivo que se liga têm muita influência.
Re: Servidor Offline - Proxmox
Ajustei as definições de network.
--net0 virtio=BC:24:11:01:0A:0A,bridge=vmbr0,queues=8,tag=11
Ou seja, o NIC fica a 10Gbps em vez de 1Gbps.
--net0 virtio=BC:24:11:01:0A:0A,bridge=vmbr0,queues=8,tag=11
Ou seja, o NIC fica a 10Gbps em vez de 1Gbps.
Re: Servidor Offline - Proxmox
Não. É um mero update técnico porque me cruzei com um switch com portas de 2.5 e 10Gbps e lembrei-me que por excesso não peca.
Não posso afirmar que tenha havido uma decisão deliberada de descontinuar o modo offline nem que tenha sido criado intencionalmente um erro técnico para impedir a sua utilização. Não tenho elementos que permitam sustentar essa conclusão.
Com base no que foi observado e relatado, esta situação levanta dúvidas legítimas e carece de esclarecimento formal. Segundo os relatos, o servidor offline funcionava em contexto de ensaio e, posteriormente, passou a apresentar falhas críticas, nomeadamente erro 500 após sincronização. E há ainda as situações em que as provas não estão disponíveis para sincronização a menos de 24 horas de uma prova e que a sincronização no dia da prova não é possível porque as provas do próprio dia desaparecem.
Perante estes factos, há pelo menos duas hipóteses possíveis: uma falha técnica grave, ainda não explicada; ou uma alteração operacional/administrativa que não foi comunicada de forma clara às escolas. Sem informação oficial, qualquer conclusão sobre intenção, responsabilidade individual ou decisão deliberada seria especulativa.
O que me parece objetivamente problemático é a ausência de uma explicação clara e pública para as escolas que investiram tempo, recursos técnicos e infraestrutura neste modelo. Se a utilização do servidor offline deixou de estar prevista, deveria ter sido comunicado expressamente. Se se trata de uma falha técnica, deveria ser reconhecida, acompanhada de instruções concretas e de uma estimativa de resolução ou alternativa operacional.
Neste momento, a questão essencial é a falta de transparência: o modo offline continua oficialmente suportado? A falha foi identificada? Foi escalada? Que instruções devem seguir as escolas que prepararam a realização das provas com base nesse modelo?
Não posso afirmar que tenha havido uma decisão deliberada de descontinuar o modo offline nem que tenha sido criado intencionalmente um erro técnico para impedir a sua utilização. Não tenho elementos que permitam sustentar essa conclusão.
Com base no que foi observado e relatado, esta situação levanta dúvidas legítimas e carece de esclarecimento formal. Segundo os relatos, o servidor offline funcionava em contexto de ensaio e, posteriormente, passou a apresentar falhas críticas, nomeadamente erro 500 após sincronização. E há ainda as situações em que as provas não estão disponíveis para sincronização a menos de 24 horas de uma prova e que a sincronização no dia da prova não é possível porque as provas do próprio dia desaparecem.
Perante estes factos, há pelo menos duas hipóteses possíveis: uma falha técnica grave, ainda não explicada; ou uma alteração operacional/administrativa que não foi comunicada de forma clara às escolas. Sem informação oficial, qualquer conclusão sobre intenção, responsabilidade individual ou decisão deliberada seria especulativa.
O que me parece objetivamente problemático é a ausência de uma explicação clara e pública para as escolas que investiram tempo, recursos técnicos e infraestrutura neste modelo. Se a utilização do servidor offline deixou de estar prevista, deveria ter sido comunicado expressamente. Se se trata de uma falha técnica, deveria ser reconhecida, acompanhada de instruções concretas e de uma estimativa de resolução ou alternativa operacional.
Neste momento, a questão essencial é a falta de transparência: o modo offline continua oficialmente suportado? A falha foi identificada? Foi escalada? Que instruções devem seguir as escolas que prepararam a realização das provas com base nesse modelo?